“FUTUROS POSSÍVEIS” MARCA SEGUNDO DIA DE CONNECTARCH SUMMIT

Maior evento digital sobre arquitetura e design, o Connectarch Summit  chega à segunda edição reunindo  grandes referências da arquitetura, design, comportamento, inovação, criatividade e outros temas ligados à atualidade.

Sob o comando do arquiteto e apresentador Renato Mendonça e da jornalista Chris Campos, a edição deste ano inovou ao trazer comentaristas no palco para fomentar debates relacionados aos assuntos tratados pelos palestrantes. No segundo dia, os comentários ficaram por conta do arquiteto Nicholas Alencar. 

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Futuros Possíveis, tema que norteou as palestras do segundo dia (11), trouxe o doutor em Cosmologia Luiz Alberto Oliveira que abriu a noite de palestras falando sobre “Futuros incertos, possíveis e desejáveis”. Luiz trouxe reflexões sobre as incertezas e como tais percepções podem ser cruciais para o futuro. “A única certeza que teremos é que o incerto irá ocorrer e nos encontraremos com ele.” Em um paralelo com o presente, o questionamento mais que pertinente sobre o futuro, Oliveira afirma que nossas ações é que vão delinear o futuro e traça um comparativo com uma estrada. “O futuro não é uma estrada, o futuro é construído de acordo com as nossas escolhas, então devemos pensar o futuro como possibilidades, como uma estrada com bifurcação. É possível escolher qual lado seguir e essa escolha vai direcionar o futuro.” 

Amigo de longa data do mestre Oscar Niemeyer, o cosmologista, em um lapso saudosista, trouxe um questionamento feito por ele a Niemeyer: “Como você cria?” A resposta, dada em prontidão, segue ainda hoje em sua mente: “Busco sempre o inesperado.” E é com o inesperado, que segundo Luiz, é possível converter possibilidades em probabilidades, criando assim um futuro desejável. “O inesperado faz parte de um tipo de operação que faz com que algo meramente possível se torne real e a arquitetura ‘oscariana’ que tem como premissa fazer com que o usuário seja frequentemente surpreendido, é muito boa nisso.” 

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Cidades – organismos vivos

Na sequência, o tema ‘Future in Motion’ foi abordado pela futurista Daniela Klaiman e pela cientista especializada em pesquisa e comportamento de consumo, Andrea Bisker, à frente da Spark: off Brasil. Em total consonância, ambas afirmam que os futuros não existem, pois nós os fazemos hoje e com base no conceito de ‘protopia’ – que não é o futuro perfeito, mas o futuro que a gente faz hoje – Andrea e Daniela pontuam que tudo o que estamos vivendo é resultado de nossas ações e, por isso, precisa-se repensar atitudes e desenvolver soluções que possibilitem a continuação da vida humana na Terra. Com base nessa premissa, para elas, o projeto de Smart City ganha protagonismo e passa a ser pedra fundamental para a existência. “Usar a tecnologia para melhorar os centros urbanos e deixá-los mais eficientes com o objetivo de trazer bem-estar e transformar a vida das pessoas, é hoje fundamental”, pontua Andrea, que provoca os profissionais de arquitetura e design ao dizer que “na protopia, os arquitetos podem fazer a diferença.” 

Para ambas, é imprescindível que a arquitetura repense moradias e modo de viver, e questionam: “Como a arquitetura vai ajudar essa geração – aqui se referem aos baby boomers – que pode viver até 100 anos? São pessoas que terão problemas de mobilidade,  de memória. Essa geração vai querer morar próxima de outras pessoas, e a arquitetura precisa olhar para isso, começando a construir mini-cidades para a comunidade de colonos de prata (cabelos prateados).” 

Daniela, por sua vez, expõe a fragilidade humana em um futuro bem próximo que precisa ser tratado com atenção: “Como serão as grandes cidades?” Ela mesma responde: “As pesquisas falam que as cidades precisam ser flexíveis, pois são como organismos vivos.” Pensando nisso, ambas concordam que a arquitetura se faz necessária, principalmente quando a pauta não é só sustentabilidade, mas regeneração, enfatizando a biomimética nas fachadas de prédios, a construção de comunidades flexíveis com espaços multigeracionais, pois, explicam, as pessoas não estão sendo obrigadas a morar junto, mas moram porque querem estar juntas umas das outras. Neste contexto, a vida passa a ser compartilhada, pois “o grande desafio vai ser combater a solidão e a arquitetura pode ajudar e fazer as pessoas se encontrarem, criando espaços de conexões”, finalizam. 

“Nem tudo precisa ser predatório”

Na palestra ‘Building the future of business (with purpose)’, Lisiane Lemos, Forbes Under 30 em 2017 e uma das principais lideranças jovens do país, desmistifica que ter propósito é ter algo grandioso. Para ela, ter propósito é impactar a realidade de alguém. “Não tem sensação melhor do que transformar a vida das pessoas.” Advogada por formação e especialista em tecnologia, Lisiane é membro do conselho consultivo do Fundo de População das Nações Unidas, Kunumi AI, e do conselho emérito do Capitalismo Consciente Brasil. E, falando em Capitalismo Consciente, Lisiane explica que sim, ele existe. “Nem tudo precisa ser predatório. Enquanto a gente existe, há um ecossistema ao redor. Temos que nos preocupar com o impacto das nossas ações e com nossos clientes, e viver em harmonia com o meio.”

Mas não é só o meio, são pessoas também. “Os modelos de negócios eram de uma forma antes da pandemia, agora é outra e é possível levar ‘toque’ humano por meio da tecnologia, mas para que isso funcione, para que possamos construir tecnologias que mudem a vida das pessoas, temos que entender as pessoas e suas histórias.” Para ela, cada um traz sua bagagem e é com base nela que cada qual constrói sua trajetória, mas algumas coisas continuam iguais como a desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Contudo, algumas mudanças já estão ocorrendo como a horizontalidade dentro das empresas. “A hierarquia é um valor que tem sido desmistificado. Os novos modelos de negócios estão cada vez mais lineares. Não é questionar a autoridade de uma chefia, mas apontar outros caminhos e interagir com os gestores de uma forma mais ágil. Entendo que a gente cresce a partir da experiência do outro.” 

Encerrando sua participação no evento, o assunto diversidade é um dos pontos relevantes de sua fala. “A solução hoje tem que ser mobile, tem que ser plural sob a ótica de gênero e pessoas com deficiência.” Ela explica que é preciso adaptar o modelo operacional e construir uma mentalidade além da crise, pois ela vai acabar. “É preciso focar no futuro, pois o futuro é amanhã, mas é o mês que vem também e, hoje, somos cinco gerações no mercado de trabalho. Por isso é preciso inovar e a inovação começa sempre por pessoas. Se as pessoas não estiverem em primeiro lugar, nenhuma transformação vai funcionar.” E finaliza: “a diversidade é um motor de inovação.”

Natureza

Fechando a noite de palestras, um dos nomes mais importantes da arquitetura internacional, Dror, abordou o tema “The future of ecological harmony”. O designer, pensador, inventor e futurista, cuja engenhosidade resulta em uma gama impressionante de trabalhos não convencionais comoventes, afirma que “é preciso trabalhar através de várias disciplinas, pois o mundo está mudando, de novo. Tem alguns pontos críticos e como designers ou pensadores, precisamos dar apoio a essas necessidades que são muito importantes para nossas vidas e nosso planeta.” Em um panorama nada animador, Dror traz dados urgentes para uma reflexão. “Em trinta ou quarenta anos, vamos dobrar. É muito difícil, mas precisamos pensar nas densidades urbanas. Um problema massivo e somos parte disso, por isso, essa vida urbana tem que mudar. Precisamos parar com essa loucura, não dá para continuar com esse tipo de sistema. Precisamos sim, construir mais casas, mas precisamos encontrar outra forma.” 

O designer acredita que tudo tem que estar em conjunto, reinventar novas formas, mudar as motivações e trabalhar entendendo o que acontece a curto e longo prazo. “Usamos mal a sustentabilidade. Precisamos pensar o que significa viver em harmonia com a natureza e podemos achar a solução, o equilíbrio.” Ele aposta no objetivo de encontrar uma tipologia que não seja apenas a construção por si só, mas algo que se espelhe na natureza. “A natureza se organiza muito bem em células. Podemos conseguir a mesma densidade, reduzindo a quantidade de estradas se usarmos o formato de células. Os carros, por exemplo, vão transitar mais facilmente nesse modelo.”
Uma lógica celular tem várias formas diferentes, podem ser retângulos, quadrados, mistura de formas com vegetação. É possível adaptar situações do terreno e é muito fácil fazer isso com o sistema celular, além da questão emocional, segundo Dror. “Quando organizada em forma celular, se tem igualdade, compartilhamento e cria-se relacionamentos. Por isso é tão importante pensarmos a respeito do fluxo nessas construções.” Para ele, a forma linear a qual estamos inseridos,  “é muito chata”, e explica que a  forma celular não se trata apenas da lógica estrutural, mas de aprender com a natureza, por isso avaliam a posição do sol e dos ventos antes de construir. “Trata-se da melhoria do comportamento cognitivo na qual é possível aumentar a produtividade devido aos estímulos que a natureza tem sobre o nosso cérebro.”

É urgente construir melhor, mais rápido e mais barato, segundo o arquiteto, mas, para isso, alguns hábitos precisam ser esquecidos. “Temos hoje melhorias tecnológicas incríveis que permitem nos ajudar nos processos fabris, mas creio que estamos numa crise de imaginação. Temos que utilizar as novas tecnologias para criar coisas com elas. Criar formas complexas e mais interessantes, porque continuamos a fazer coisas com as mesmas abordagens. Uma das coisas que aprendemos nesse tempo é que estar na natureza nos faz sentir bem, nos faz sentir mais equilibrados, melhores conosco. Chegamos ao ponto de que muitos de nós está cansado de tantas inovações tecnológicas. Não estou dizendo que não devemos evoluir tecnologicamente, mas não podemos esquecer que somos parte da natureza.” 

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Para participar, basta se inscrever em http://connectarch.com.br/summit/.

Connectarch Summit 2021: confira os destaques do primeiro dia

A 2ª edição do Connectarch Summit, maior evento digital de arquitetura e design, começou nesta terça-feira (10) reunindo grandes referências da arquitetura, design, comportamento, inovação, criatividade e outros temas ligados à atualidade. Os arquitetos Sarkis Semerdjian e Fernando Forte; o estilista Ronaldo Fraga e o futurista Peter Kronstrøm estiveram no palco no primeiro dia de evento, falando sobre o tema “Mentes Criativas”, com comentários de Pedro Ariel, curador da CasaCor. 

Processos criativos

A primeira palestra do dia foi comandada por Sarkis Semerdjian, do escritório Pascali Semerdjian Arquitetura. Com o tema “Processos”, Sarkis mostrou que cada etapa da criação ocorre de uma maneira diferente, porque todas são muito particulares especialmente pela situação em que é vivenciada. “Tem momentos em que você cria sob pressão, outros em que você cria sem pressão, com ócio, na praia, com obsessão, com paixão e o resultado é diferente. Então, meu ponto é que temos esses ingredientes, que são comparados aos de uma receita, só que na gastronomia costumamos saber qual será o resultado final, na arquitetura, não. Neste caso, os ingredientes são todas as nossas referências, e cada vez que você mistura, sai uma coisa diferente”.

Estudos futuros

A segunda palestra da noite ficou a cargo do futurista Peter Kronstrøm, dinamarquês de nascimento e brasileiro de coração, fundador da Future Lounge e Head do Copenhagen Institute for Futures Studies Latin America, que abordou o tema: “Future Connect – Transformações Contínuas – Estudos futuros”. De acordo com Kronstrøm, “o futuro sempre pode ser muito mais maluco do que possamos imaginar”, por isso, os estudos futuros servem para nos ajudar a tomar atitudes inovadoras hoje. “O futuro não existe, ele é uma série de possibilidade infinitas, mas, ele também tem sempre boas notícias. É claro que tem muitas coisas injustas, coisas que não estão dando certo, mas a possiblidade de conseguir realizar sonhos nunca foi tão grande como é hoje. Nós vivemos um movimento de criações para a liberdade do indivíduo, com novas soluções para a casa, para a humanidade. Nós, passamos 75% do nosso tempo pensando no futuro, então, eu sempre digo que estudar o futuro é da natureza humana e os arquitetos têm um papel fundamental neste sentido, porque eles pensam o futuro a longo prazo. A arquitetura está criando o futuro e os profissionais desta área têm que abraçar essa questão da libertação do indivíduo”. 

Gentileza urbana

A terceira palestra do Connectarch Summit 2021 foi “Arquitetura Plural” com Fernando Forte, do escritório FGMF Arquitetura. O arquiteto mostrou que a arquitetura é intimamente ligada à vida e às atividades das pessoas e que, portanto, em sua vida profissional, ele tenta levar um pouco de gentileza urbana à cidade, alargando as calçadas, por exemplo, como no caso do projeto da Japan House.

Para Forte, a gentileza urbana é algo que precisa estar na pauta da sociedade. “A solução não é se fechar atrás de arames e grades”, é preciso raciocínio arquitetônico para a reutilização de uma ideia que crie espaços bem aproveitados. “A arquitetura é algo que permeia a vida de todas as pessoas, a questão do digital também, a questão do estilo, da futurologia e por aí vai.”

Design, moda e arquitetura 

A última palestra da noite foi com o estilista Ronaldo Fraga, que abordou “O design de moda como crônica de um país”, enaltecendo a contribuição de Lina Bo Bardi para a arquitetura e o design brasileiro, principalmente com a criação da primeira escola de moda no MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand). Outra grande referência que guiou a apresentação do estilista foi Mário de Andrade. Ronaldo conta que o livro “O turista Aprendiz”, no qual o escritor faz um relato de suas aventuras de viagem desbravando os rincões do Brasil, o influenciou de tal forma que ele se propôs a seguir o estilo de vida do poeta para poder viajar pelo país.
Pensei em fazer turismo, mas caí na moda e foi na moda que eu procurei e procuro até hoje seguir os passos de Mário de Andrade. E é na moda que eu tento enxergar este grande mosaico de várias faces que é este país. Foi neste lugar também que entendi onde aquilo pulsava, entendi o que é o Brasil, desenvolvi trabalhos com influências etnográficas e mergulhei na literatura”, conta Fraga.

Mais experiências

Nesta quarta-feira (11), o tema do segundo dia de Connectarch Summit 2021 é “Futuros Possíveis”, com a participação do astrofísico Luiz Alberto Oliveira, com o tema: Futuros incertos, possíveis, desejáveis, às 17h. Logo em seguida, será a vez do painel de Andrea Bisker e Daniela Klaiman com a palestra “Future in Motion”. Às 19h, Lisiane Lemos, Forbes Under 30 faz a sua apresentação. E a última atração da noite, às 20h, será a palestra do famoso designer israelense Dror, com o tema “The future of ecological harmony”. 

As transmissões on-line serão através da plataforma www.connectarch.com.br para Brasil e América Latina e contarão com recursos de acessibilidade como audiodescrição para cegos e pessoas com baixa visão e tradução simultânea em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), além de opções de áudio em idioma nativo e tradução simultânea para português e espanhol.

Ainda dá tempo de participar, cadastre-se aqui e faça parte desse movimento.

Confira o vídeo com os melhores momentos do Connectarch Summit:

É HOJE! CONFIRA A AGENDA CONNECTARCH SUMMIT

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Tá quase! Faltam poucas horas para a abertura das transmissões da segunda edição do Connectarch Summit! O maior evento digital de arquitetura e design está de volta com uma agenda repleta de atrações, novidades e muito mais conteúdo de qualidade. Prepare-se para viver três dias incríveis e conhecer profissionais inspiradores! 

Anote aí!

1º dia – 10 de agosto

17h – Sarkis Semerdjian – Pascali Semerdjian Arquitetura          Tema: Processos
18h – Peter Kronstrom – CIFS Brasil         
Tema: Transformações contínuas
19h – Fernando Forte – FGMF Arquitetura         
Tema: Arquitetura Plural
20h – Ronaldo Fraga – Estilista          
Tema: O design de moda como crônica de um país

2º dia – 11 de agosto

17h – Luiz Alberto Oliveira – Astrofísico          
Tema: Futuros incertos, possíveis, desejáveis
18h – Andrea Bisker – Spark: off Brasil         
Daniela Klaiman – Futurista          
Tema: Future in Motion
19h – Lisiane Lemos – Forbes Under 30          
Tema: Building the future of business (with purpose)
20h – Dror – Studio Dror         
Tema: The future of ecological harmony

3º dia – 12 de agosto

17h – Lara Kaiser – Perkins & Will         
Tema: Resiliência nos ambientes de saúde
18h – Laurent Troost – Arquiteto          
Tema: Arquitetando a natureza
19h – Danny Spiewak – Vitacon & Housi         
Tema: Novo jeito de morar
20h – Alejandro Aravena – Arquiteto Pritzker         
Tema: Arquitetura Social  

A transmissão é ao vivo, a partir das 17h, pela plataforma www.connectarch.com.br/summit.

Para assistir basta fazer a inscrição. 

Assista ao vídeo do evento:

CONNECTARCH SUMMIT: CONHEÇA OS PALESTRANTES DO 3º DIA

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Depois de falar sobre criatividade e futuro – nos dias 10 e 11 – o Connectarch Summit reservou o último dia de evento – 12 de agosto – para um debate sobre atitudes sustentáveis e as relações humanas no momento atual, com o tema Re-Atitude.

O que os desafios da contemporaneidade nos ensinaram? O que já está mudando, e o que vai mudar ainda mais em um futuro próximo? O que podemos fazer para sermos melhores pessoas diante da nova realidade? 
São perguntas a serem respondidas por uma seleção de experts convidados – do Brasil e de outros países – a partir das 17h, com transmissão ao vivo pela plataforma www.connectarch.com.br/summit


Saiba quem forma o line up do 3º dia:
17h – Lara Kaiser

Com mais de 20 anos de experiência no setor de design, Lara Kaiser trabalhou como senior healthcare planner em um reconhecido escritório de Londres por 7 anos, e como senior architect e team leader em um escritório nos EUA. Certificada LEED GA, Lara é atualmente a diretora de Healthcare e Operações no estúdio de São Paulo da Perkins&Will, onde lidera projetos para grandes nomes do setor da saúde como Hospital Israelita Albert Einstein, Prevent Senior, Grupo Fleury, Rede D’Or e Hospital Infantil Sabará. Como diretora de operações, ela lidera os cerca de 90 arquitetos multidisciplinares do estúdio. É palestrante e professora universitária, sendo atualmente professora convidada do curso de Pós-Graduação em Arquitetura Hospitalar do Hospital Israelita Albert Einstein.

18h – Laurent Troost

Laurent Troost é um arquiteto belga baseado em Manaus, no Amazonas, fundador da Laurent Troost Architectures. É mestre em Arquitetura e Urbanismo pelo ISAIVH de Bruxelas e pós-graduado em Geografia e Cidades pela Escola da Cidade, em São Paulo. Coleciona concursos e prêmios internacionais, como o Dezeen Award, o World Architecture Award e o IAI Most Creativity Award. O trabalho de Laurent Troost foi amplamente publicado e exibido em bienais e exposições em São Paulo, Buenos Aires, Paris e Seul. Lecionou em várias instituições no Brasil, Argentina, Uruguai, Costa Rica, Japão e EUA; também foi diretor de Planejamento Urbano da Prefeitura de Manaus e, atualmente, é consultor sobre cidades amazônicas para o Grupo Banco Mundial.

19h – Danny Spiewak

Danny Spiewak atua há mais de 25 de anos no mercado imobiliário, da construção civil e de prestação de serviços. Ingressou no Grupo Vitacon em 2016 como COO onde é responsável por todas as operações da organização. Também é cofundador da Housi, onde atualmente é o COO da plataforma Multifamily PropTech. Antes de se juntar à Vitacon, foi durante 12 anos managing director na Tishman Speyer. Em sua trajetória atuou em posições estratégicas e de liderança em empresas como Método Engenharia e Grupo Playcenter, onde foi o responsável pela construção do Hopi Hari, o maior parque temático da América Latina.  

20h – Alejandro Aravena

Alejandro Aravena é arquiteto, estudou Teoria e História na IUAV em Veneza e gravura na Accademia di Belle Arti di Venezia. Foi professor no Harvard GSD, onde, com o engenheiro de transporte Andres Iacobelli, ELEMENTAL, foi inicialmente conceituado. Aravena foi membro do júri do Prêmio Pritzker de Arquitetura; nomeado Honorary RIBA (Royal Institute of British Architects) International Fellow, em 2009, e membro do conselho do programa LSE Cities da London School of Economics, em 2011. Foi uma das 100 personalidades que contribuíram para a Rio + 20 Global Summit on Sustainable Development em 2012, e foi apontado como um dos 26 gênios criativos de 2016 pelo New York Times. Entre os muitos prêmios, recebeu, em 2016, o Pritzker de Arquitetura, premiação em que atualmente atua como presidente do júri. 

Faça a sua inscrição e participe você também! Baixe o convite aqui e nos ajude a promover essa experiência única! 

Connectarch Summit: conheça os palestrantes do 2º dia

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Mais que oferecer produtos e serviços, um dos nossos compromissos é antecipar tendências. Com essa missão, o Connectarch Summit 2021 vai levantar debates sobre os desafios atuais e também pensar sobre o amanhã. Por isso, o segundo dia de evento – 11 de agosto – será destinado ao tema “Futuros Possíveis”. 

Experts no assunto e tudo que permeia a discussão sobre o futuro estarão no palco do Connectarch Summit – e também de forma virtual, de outros lugares do mundo – falando sobre ideias e projetos, tecnologia e comportamento. Além de palestras, um painel especial vai trazer o encontro de duas profissionais especializadas no tema. A transmissão começa às 17h na plataforma www.connectarch.com.br/summit

Saiba quem forma o line up do 2º dia: 

17h – Luiz Alberto Oliveira

luiz alberto oliveira no summit

Físico, doutor em Cosmologia, Luiz Alberto Oliveira foi pesquisador do Grupo de Cosmologia, Relatividade e Astrofísica do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF/MCTI), onde também atuou como professor de História e Filosofia da Ciência. Foi curador geral do Museu do Amanhã do Rio de Janeiro durante 10 anos. Professor convidado da Escola de Comunicação da UFRJ, da Escola de Artes Visuais do Rio de Janeiro, e da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro, dentre outras instituições de ensino e pesquisa. Em 2005, recebeu o Prêmio Nise da Silveira da Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro. Atualmente é pesquisador, palestrante e consultor de diversas instituições brasileiras e internacionais.

18h – Andrea Bisker

andrea bisker no summit

Andrea Bisker é cientista de consumo. Empreendedora, abriu a primeira empresa aos 23 anos. Passou mais de uma década trabalhando na indústria da Moda e Tecnologia. Abriu a segunda empresa em 2004, a Mindset, especializada em pesquisa e comportamento de consumo. Nesse mesmo ano, iniciou a operação brasileira da inglesa WGSN. Em 2013, vendeu a Mindset para a Ascential, controladora da WGSN, e permaneceu por dois anos liderando a empresa na América Latina. Em 2015, começou a investir em um período sabático de dois anos, em non-compete. Há 3 anos embarcou em dois novos empreendimentos: liderar a operação brasileira da Stylus, empresa inglesa de inteligência de mercado, e fundar a Spark: off, consultoria de inovação e tendências. Desde 2019 tem se dedicado ao aprendizado e práticas de metodologias ágeis e atuação em conselhos consultivos. Atua como conselheira na plataforma de empreendedorismo feminino, Aladas, e como investidora anjo em quatro startups.

18h – Daniela Klaiman

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Daniela Klaiman é futurista, especialista no comportamento do consumidor e um dos principais nomes da futurologia do Brasil. Formada em Tecnologia, Futurismo e Empreendedorismo pela Universidade Hebraica de Jerusalém, e em Coolhunting & Trends, pela Universidade Abat Oliba de Barcelona, foi diretora de Consumer Insights e Tendências da Box1824 durante 5 anos. Hoje trabalha analisando dois futuros: um que é guiado pelo comportamento das pessoas e o outro que é ditado pela tecnologia, atuando como palestrante e consultora de negócios e inovação para empresas Fortune 500. Daniela também é apresentadora do programa O Novo Normal, da Rede Globo, colunista da UOL e organizadora e curadora do TEDxMauá.

19h – Lisiane Lemos

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Uma das principais lideranças jovens do país, a advogada por formação e especialista em tecnologia por escolha tem uma trajetória marcada pelo desafio. Lisiane Lemos é membro do conselho consultivo do Fundo de População das Nações Unidas, Kunumi AI e do conselho emérito do Capitalismo Consciente Brasil. Em 2017 foi nomeada Forbes Under Under 30, em 2018, Most Influential People in The African Descent na área de negócios e empreendedorismo, e em 2020, Linkedin Top Voices. É também colunista convidada da MIT Tech Review, Meteora Podcast e Fast Company Brasil. Foi colíder do Comitê de Igualdade Racial do Grupo Mulheres do Brasil e co-fundadora do Conselheira 101, Rede de Profissionais Negros e Blacks at Microsoft Brasil. Trabalhou na Microsoft e hoje é gerente de Desenvolvimento de Agências do Google, além de professora do MBA de Big Data da PUCRS.

20h – Dror 

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Fundador do Studio Dror e SuperNature Labs, Dror é um designer, pensador, inventor e futurista cuja engenhosidade resulta em uma gama impressionante de trabalhos não convencionais comoventes. Dror tem uma carreira premiada de mais de 20 anos em design de produto, interiores, arquitetura, planejamento mestre e planejamento urbano. Seu estúdio homônimo em NY colaborou com empresas e desenvolvedores de alto nível em todo o mundo, imaginando, pesquisando e desenvolvendo sistemas para conectar as pessoas com a natureza por meio do ambiente construído. Dror visa promover conexões autênticas e melhorar o bem-estar das pessoas com esses projetos. Algumas das principais obras de Dror incluem um novo sistema de suporte estrutural chamado Quadror, o plano mestre de Galataport em Istambul, Turquia, e a cadeira Cappellini Peacock. Além disso, seu primeiro projeto arquitetônico construído, Nurai Island, quebrou o recorde de unidades residenciais mais caras vendidas nos Emirados Árabes Unidos por metro quadrado; unidades esgotadas em 72 horas, com vendas totalizando US$ 976 milhões.

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